14 julho, 2016

Desaparecida em combate I

Ah que saudades da minha Hortelã! Não a tenho vindo regar!
O motivo da ausencia foi o pequeno T.!
A semana passada, a meio das férias do pai, adoeceu. Uma virose que o impediu de ir à escola toda a semana.
No domingo, já a 100% deu uma queda monumental. Esfolou violentamente os joelhos!
Ainda foi à escola no inicio da semana, mas coitadinho, as dores venceram e está a recuperar em casa!
Com um bocadinho de caguinchisse e mimo à mistura cá vai andando!!!
Eu? estou fartinha de ver o Miles do Futuro, a Patrulha Para, os PjMasks, o Calimero, eu sei lá....


01 julho, 2016

Ofertas do aniversariante

Esta semana ficou marcada pelo 5º aniversário do Tomaz.
5 anos. O tempo passa depressa demais.
Para assinalar o dia fiz uma lembrança para os amiguinhos!
Todos os anos juro que não vou dar doces, mas depois acabo por reconsiderar!
Afinal de contas é só mais desta vez!!
Este ano fizemos umas borboletas com asas de rebuçados.

20 junho, 2016

Novidades na Shop

Para celebrar a chegada do verão nada melhor que uns acessório giros e fofinhos.
Disponível na Hortelã Shop

Bom verão para todos!









14 junho, 2016

Doce partilha

Partilho com vocês um dos textos mais doces que li até hoje!
Uma doce verdade.


A cama dos pais tem um íman e cá para mim (ninguém me convence do contrário) tem uma magia soporífera, um misterioso pó de amor impregnado nas almofadas, que faz com que os filhos adormeçam imediatamente e que o pior dos pesadelos, o mais trepidante terror noturno, fuja a sete pés.
Na cama dos pais, o último refúgio dos medos, a paz é absoluta e total.
Ali chegam, levados por pais extenuados e vencidos, ou pelo seu próprio pé, transpirados e assustados, passarinhos a voar de noite aos encontrões pelos corredores da casa, até chegarem ao lugar dos lugares. Dois colos com lençóis macios e o cheiro dos progenitores. Caem que nem tordos a dormir, apaziguados.
Os pais fingem que se importam, na manhã seguinte: «Lá foste tu para a nossa cama! Quando é que aprendes a ultrapassar os medos e a dormir sozinho? Tens de crescer!», mas nem olham muito nos olhos dos filhos quando dizem estas coisas, com medo de que eles descubram que naquele breve regresso ao ninho, ao berço inicial, os pais se enchem de amor e ternura e também eles se confortam nas suas inquietações.
Um pescoço morno. Uma mãozinha gorducha no nosso cabelo. Um pé de regresso à costela da mãe. A respiração tranquila na fronha partilhada.
O desejo secreto de que o ninho fique assim para sempre. E que a manhã demore muito a chegar.
Que o misterioso pó de amor das almofadas preserve para sempre estas excursões noturnas de mimo que não são mais do que um inteligente prenúncio, de uma saudade imensa, dos melhores dias desta vida.

Rita Ferro Rodrigues