Tem de se saber perdoar, perdoar é um dom, e etc e tal.
O tanas.
Ninguém perdoa.
Ninguém perdoa porque ninguém esquece o mal que foi feito.
O facto de não perdoar, não significa cortar com quem nos atenta.
O verdadeiro dom de não perdoar, é aprender a viver com a circunstâncias.
O mal está feito, não há volta a dar.
Eu não perdoo a quem me faz mal.
Porque razão haveria de perdoar se sofri, padeci, chorei, recriminei-me, não percebi, magoei-me nas situações, piquei-me nos sentimentos...
Não. Tenham paciência, mas perdoar a quem me faz mal, não!
Perdoo-me a mim por não ter estado atenta, por não ter percebido indícios ou por ter querido ser mais do que o que podia.
O resto decido eu. Ou sigo em frente, encarando o tal mal, com a certeza que virão dias melhores que outros. Ou sigo em frente deixando-o para trás mas ciente que me acompanhará.
Não esqueço, não perdoo.
Paciência!



Gostei muito do texto, bonito! Beijos
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