07 abril, 2016

Eu quero é que ele seja feliz.

Às vezes sinto que enfrentamos uma competição de saberes em relação aos nossos filhos e aos filhos dos outros.
Estamos sempre em cima da comparação.
Faz o quadrados? faz o X? desenha a casa? come de faca e garfo? brinca assim, assado, frito ou cozido?
Bolas. 
Eu quero lá saber de tudo isto.
Eu quero é que ele seja feliz, que crie conforme a sua imaginação, que brinque como mais gostar, que faça birras porque assim saberei que está a lutar por aquilo que quer.
Não comparo. Sei que cada um tem o seu tempo de aprendizagem. O meu tem o dele, o da vizinha terá outro.
Só me interessa é que ele ria, ria muito, me dê beijinhos e que tenha a segurança de uma felicidade sem fim.
A propósito leiam este artigo maravilhoso que me fez escrever este post.



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