21 setembro, 2017

Mochila já cá canta!

O Manel já tem mochila e tudo graças ao carinho desmesurado do Cantinho dos Hobbies!
Obrigada Isa! 
Não é obrigação nenhuma quando digo que, o carinho que dedicas aos teus trabalhos é enorme e que a perfeição com que os entregas é inultrapassável!
Já te disse que gosto de ti!?

Mochila


Mochila


Mochila



01 setembro, 2017

Voltei, mas fiquei lá!

Texto escrito ontem para a página Bairrada

Hoje é o último mês de agosto.
É o mês de quem labuta fortemente por outra terras. É o mês de matar as saudades, é o mês de as por a zero!
Só quem andou lá por fora sabe o que este retorno significa.
Eu lá andei. Não fiz uma emigração dura, mas também não fiz uma emigração relaxada. Mas fiz sem duvida uma emigração fantástica.
De certo modo a vida encarregou-se de me enviar para lá.
Jamais me imaginei a viver num sitio assim. Todos me davam o prazo de 3 meses até voltar com o rabinho entre as pernas.
É longe, é diferente, tem outra cor, tem outro calor. É São Tomé e Príncipe.
Como na maior parte das famílias, também eu tenho tios e tias que andaram por terras de África num outro tempo.
Confesso que as histórias sempre me fascinaram, mas nunca entendi a intensidade das palavras até ser eu própria a experienciá-las!
África dá-nos duas opções: ou se ama, ou se odeia.
Não se gosta mais ou menos, não se fica porque tem que ser.
A primeira vez que fui, foi de férias, já sabia que aquele era o meu destino num futuro próximo.
O primeiro impacto foi horrível. Um calor insuportável, o aeroporto era o caos! Havia dezenas e dezenas de miúdos que já me chamavam, que já sabiam quem eu era. Como é que era possível? Fui batizada ali mesmo de “Maria, a branca mulhé di Miguel”.
E pela cabeça só me passava “Ó meu Deus que eu não fui feita para isto. Bem me avisaram que vir para aqui com um bebe de 9 meses não era boa ideia...”
Nesse dia à noite decidi que regressava no próximo avião para Portugal. Mal eu sabia que só havia voo daí a uma semana!!
O calor continuava insuportável, não baixava nem de noite e, ouro sobre azul, faltava a luz de 5 em 5 minutos. Era a loucura.
Depois de descansar de uma viagem de 6 horas feita durante a noite, lá resolvi dar uma oportunidade à cidade.
Durante as três semanas que lá estive foi indiscutível que o amor por aquela gente e por aquela terra nasceu e cresceu. Regressei a Portugal e passados uns meses fiz as malas de vez e fui!
Não é fácil viver em São Tomé. A ideia que tive foi que andei 50 anos para trás sem sequer ter 40 de idade.
O ritmo de vida é feito de leve-leve que é como quem diz devagar, devagarinho.
Todas as faltas que existem, quer sejam lojas, boas farmácias ou só o simples facto de poder beber água da torneira, são colmatadas com a simpatia desmesurada do nosso vizinho, com as músicas que nos fazem bater o pé a qualquer momento, com os cheiros e sabores que se vão entranhando.
São roças sem fim cheias da nossa história, é o cheiro do café, a água de coco que sabe tão bem, é provar as iguarias da terra sob o olhar atento do amigo de lá, que se ri espontaneamente com a nossa reação.
São todas estas coisas boas que nos ajudam a superar a degradação do país que parou após a independência. Ruas esburacadas, estradas que se foram recompondo ao longo dos tempos, as roças infindáveis, deslumbrantes, cheias de encanto e que estão por um fio. As faltas de luz constantes, as baratas, osgas, formigas monstruosas… enfim um sem número de coisas!
Mas depois penso, se esta gente é tão feliz, porque é que eu hei-de andar aqui inconformada?
Ouvi muitas histórias boas sobre o tempo dos portugueses, muita gente me dizia que no tempo do branco é que era. Falei com muita gente mais velha. Umas vezes orgulhei-me outras, enrolei-me de vergonha. Nunca fui discriminada, pelo contrário sempre fui muito acarinhada. Aprendi muito, aprendi a viver sem o consumismo por exemplo. Fiz amigos para a vida que se riam de quando me coçava por causa dos mosquitos e ficava com a pele vermelha.
Em São Tomé andamos seguros e sem medo a qualquer hora do dia ou da noite!
De amanhã é a altura ideal para ir à frta. As senhoras da fruta já me conhecem e com aquele sotaque aberto e a carregar nos “erres”, chamam-me: “Márrrrriiiaaaa, Ámiga, vem, tem do maracujá qui você gosta” E tinham sempre, as malandras sabiam que eu não resistia!
Depois lá apareciam os miúdos a pedirem umas dobras para sei-lá-para-quê.
 O peixe aparece-nos à porta de casa, a fruta pão apanhamos no jardim e lá se faz uma refeição de bradar aos céus!
Infelizmente há coisas que não conseguimos contornar. Se São Tomé é dos sítios melhores para se criar um filho, é também o sitio que me fez andar com o coração nas mãos várias vezes. Infelizmente o sistema de saúde é caótico. E foi isso que me fez ponderar o regresso.
O meu filho veio rijo que nem um pêro! Comeu muita terra, andou sempre de pé no chão, durante dois anos, entre idas e vindas, foi 100% Santomense.
Regressei também cheia de saudades para matar. Das primeiras coisas que fiz foi pegar no carro e ir pela autoestrada, até Coimbra a cortar o céu azul que sós nós temos.
Voltei, mas vos garanto que parte do meu coração ficou lá!!








25 agosto, 2017

Uma Palavra: Impecável!

Não tenho muito a dizer deste produto produto, a não ser que é de facto muito bom!
Já o tenho há algum, mas só hoje tive oportunidade de o experimentar.
Estou a falar do Spray Protetor e Desembaraçante da Novex


Impecável

Foi o primeiro produto capilar para praia que não me deixou o cabelo super oleoso e com um aspeto pesado.
É bastante bastante leve e tem o cheirinho maravilhoso a que a marca já nos habituou.
Não me vou alongar. O Verão ainda não acabou e ainda há muita gente com férias por gozar. 
Por isso apostem neste produto. Verifiquem aqui tudo acerca do spray!

Impecável


Impecável


Boas férias!

09 agosto, 2017

Mãos na massa para o tempo passar!

Com a ventania que está, é quase impossível andar na rua.
E a barriga de 7 meses da mamã também começa a pesar. 
Por isso, hoje não há piscina em casa da avó, nem escorregas!

Mãos

O mais simples dos bolos para ser o Tomaz a fazer!

Bolo de Iogurte by Chef T!
  • 1 iogurte de aromas ou pedaços (morango)
  • 3 medidas (copo de iogurte) de açúcar
  • 3 medidas (copo de iogurte) de farinha 
  • 1 medida (copo de iogurte) de óleo 
  • 4 ovos inteiros 4
  • fermento 1 colher de chá
Juntar tudo (não é preciso bater as claras), num recipiente e bater bem. Untar uma forma com manteiga e polvilhar com farinha. Levar ao forno previamente aquecido em lume médio ou 180ºC cerca de 30/40 minutos. Para verificar se está bem cozido, confirmar com um palito.

Nós usámos uma Cloche (há quem lhe chame Patusca), o tempo de cozedura é de 20/25 minutos ligada na resistência de baixo! Liguei menos de 5 minutos por cima para lhe dar uma corzinha!


Mãos


Mãos


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Mãos


Mãos


Mãos


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